Geometria Plana
Considere um quadrilátero cujas diagonais e medem, respectivamente, e . Se , , e são os pontos médios dos lados do quadrilátero dado, então o perímetro do quadrilátero vale:
Dadas as afirmações:
I – Quaisquer dois ângulos opostos de um quadrilátero são suplementares;
II – Quaisquer dois ângulos consecutivos de um paralelogramo são suplementares;
III – Se as diagonais de um paralelogramo são perpendiculares entre si e se cruzam em seu ponto médio, então este paralelogramo é um losango.
Podemos concluir que:
Num triângulo , , o ângulo mede e a projeção do lado sobre mede . O comprimento da mediana que sai do vértice vale:
Considere um triângulo isósceles inscrito em uma circunferência. Se a base e a altura deste triângulo medem , então o raio desta circunferência mede:
O número de diagonais de um polígono regular de lados, que não passam pelo centro da circunferência circunscrita a este polígono, é dado por:
Num triângulo , retângulo em , temos . As bissetrizes destes ângulos se encontram num ponto . Se o segmento de reta mede , a hipotenusa mede:
Consideremos um triângulo retângulo que simultaneamente está circunscrito à circunferência e inscrito à circunferência . Sabendo-se que a soma dos comprimentos dos catetos do triângulo é , qual será a soma dos comprimentos destas duas circunferências?
Um triângulo tem lados medindo , e centímetros. A partir dele, constrói-se uma sequência de triângulos do seguinte modo: os pontos médios dos lados de um triângulo são os vértices do seguinte.
Dentre as alternativas abaixo, o valor em centímetros quadrados que está mais próximo da soma das áreas dos primeiros triângulos assim construídos, incluindo o triângulo inicial, é:
Num trapézio retângulo circunscritível, a soma dos dois lados paralelos é igual a e a diferença dos dois outros lados é igual a . Se é o raio da circunferência inscrita e é o comprimento do menor lado do trapézio, então a soma , em centímetros, é igual a:
Na figura abaixo, é um quadrado de lado e e são arcos de circunferência. A área da região sombreada é:

Considere o triângulo , onde é a mediana relativa ao lado . Por um ponto arbitrário do segmento , tracemos o segmento paralelo a , onde é o ponto de interseção desta paralela com o prolongamento do lado . Se é o ponto de interseção de com , podemos afirmar que:

Se num quadrilátero convexo de área , o ângulo agudo entre as diagonais mede radianos, então o produto do comprimento destas diagonais é igual a:
Na figura abaixo, temos um hexágono regular inscrito em uma circunferência de raio e seis outras semicircunferências com centros nos pontos médios dos lados do hexágono e cujos diâmetros são iguais ao lado do hexágono. Calcule a área da superfície sombreada.

Do triângulo de vértices , e , inscrito em uma circunferência de raio , sabe-se que o lado mede e o ângulo interno mede . Então, o raio da circunferência inscrita neste triângulo tem comprimento, em , igual a:
Sejam as afirmações:
I Por um ponto passa uma única reta.
II Um ponto e uma reta determinam um plano.
III Se dois pontos de uma reta determinam um plano, então a reta está contida nesse plano.
IV Por um ponto situado fora de uma reta, existe uma reta paralela à reta dada.
Podemos garantir que:
Os lados de um triângulo medem , e centímetros. Qual o valor do ângulo interno desse triângulo, oposto ao lado que mede centímetros, se forem satisfeitas as relações: e .
Os catetos e de um triângulo retângulo de altura (relativa à hipotenusa) são dados pelas seguintes expressões:
onde é um número real maior que . Calcule o valor de em função de .
Dado um triângulo equilátero e um ponto qualquer em seu interior, mostre que a soma das distâncias desse ponto aos lados do triângulo é igual à altura do triângulo.
A pergunta: “Existe real tal que os números reais , e são as tangentes dos ângulos internos de um triângulo?” admite a seguinte resposta:
Numa circunferência, inscreve-se um quadrilátero convexo tal que . Se , então:
No triângulo , temos . Seja um ponto qualquer do lado . Expresse a diferença em função dos segmentos adjacentes da base.

Três circunferências são tangentes a uma mesma reta. Seus raios são , e , sendo o raio da menor circunferência. Sabendo que as circunferências são tangentes entre si, determine em função de e .

Considere duas circunferências de raios e , tangentes a uma mesma reta. Entre elas, colocamos uma circunferência menor, tangente às duas circunferências e à reta.
Em seguida, repetimos o processo: a cada etapa, inserimos uma nova circunferência no espaço entre as duas circunferências consecutivas, de modo que ela seja tangente a ambas e à reta.
Determine o raio da -ésima circunferência em função de , e , considerando que as duas primeiras circunferências possuem raios e .













